Chamou-se inicialmente Gado Bravo, tendo sua origem em meados do século XVIII, quando o Brasil ainda fazia parte do Reino de Portugal, num território antes habitado pelos índios Cariris, quando aí se deu a entrada de paraibanos e pernambucanos, na época da carne seca e do charque.
Conta-nos a história que a evolução do povoado deve-se em grande parte a um filho da França, Joseph Aleth Doullétte, Jesuíta da Ordem Terceira, que por volta de 1760 chega aí fugindo da odiosa perseguição por parte do Marquês de Pombal contra a Companhia de Jesus. Joseph rapidamente instala-se, constituindo família e conseguindo formar uma fazenda de gado.
Com pouco tempo de convívio, impressionou-se de um fato curioso: quando um habitante do lugar vinha a falecer, este era conduzido estrada afora, para ser sepultado nas terras distantes do Icó. Joseph mobilizou, pois, os poucos habitantes, e arrecadou fundos para a construção de uma capela (espaço que hoje corresponde à sacristia da atual Igreja Matriz), em honra do Senhor São Gonçalo do Amarante e de Nossa Senhora da Conceição, tendo ao lado um pequeno cemitério (espaço que corresponde hoje ao corpo da atual Igreja Matriz).
Com a construção da capela, um vigário da cidade de Icó foi designado para fazer celebrações em dias especiais, que devido ao aumento do número de fiéis, tornaram-se mais frequentes. A partir dessas celebrações, as proximidades da capela passaram a ser cada vez mais habitadas, começando a se formar aí, um centro urbano.
Cria-se o Distrito de Umary através da criação da freguesia (paróquia) com o orago (título) de São Gonçalo do Amarante, através da lei provincial número 1.686 de 2 de setembro de 1875. Fica a nova freguesia sob a administração da freguesia do Crato, sendo em 1914 anexada à recém-criada Diocese de Crato.
Em 1882, foi designado o primeiro vigário para residir na freguesia, o padre Antônio Joaquim dos Santos (filho de Umary), sendo nomeado no dia 18 de agosto e empossado no dia 17 de setembro do mesmo ano.
No ano seguinte, ainda sob o reinado de Dom Pedro II, a lei número 2.046 de 12 de novembro de 1883 cria o município de Umary, desmembrando-o de Lavras da Mangabeira.
Apesar do novo município apresentar constante desenvolvimento e crescimento consideráveis, a lei número 1.794 de 9 de outubro de 1920, declarou extinto o município, com o mesmo voltando a ser distrito de Lavras, e assim permanece até ser restaurado, em 1931, voltando a ser município com a denominação de Baixio, tendo, porém, a sede em Umary. Nesse Período, a disputa política pela sede acirrou-se violentamente e o decreto número 650 de 30 de junho de 1933, transferiu a sede para o território do Baixio e Umary passou a figurar como simples distrito do mesmo. Depois, a lei número 2.161 de 12 de setembro de 1953 anexa o Distrito de Umary ao Ipaumirim.
Finalmente, a lei número 3.338 de 15 de setembro de 1956 restaurou definitivamente o município de Umary, tendo sua reinauguração em outubro do mesmo ano.
Com pouco tempo de convívio, impressionou-se de um fato curioso: quando um habitante do lugar vinha a falecer, este era conduzido estrada afora, para ser sepultado nas terras distantes do Icó. Joseph mobilizou, pois, os poucos habitantes, e arrecadou fundos para a construção de uma capela (espaço que hoje corresponde à sacristia da atual Igreja Matriz), em honra do Senhor São Gonçalo do Amarante e de Nossa Senhora da Conceição, tendo ao lado um pequeno cemitério (espaço que corresponde hoje ao corpo da atual Igreja Matriz).
Com a construção da capela, um vigário da cidade de Icó foi designado para fazer celebrações em dias especiais, que devido ao aumento do número de fiéis, tornaram-se mais frequentes. A partir dessas celebrações, as proximidades da capela passaram a ser cada vez mais habitadas, começando a se formar aí, um centro urbano.
Cria-se o Distrito de Umary através da criação da freguesia (paróquia) com o orago (título) de São Gonçalo do Amarante, através da lei provincial número 1.686 de 2 de setembro de 1875. Fica a nova freguesia sob a administração da freguesia do Crato, sendo em 1914 anexada à recém-criada Diocese de Crato.
Em 1882, foi designado o primeiro vigário para residir na freguesia, o padre Antônio Joaquim dos Santos (filho de Umary), sendo nomeado no dia 18 de agosto e empossado no dia 17 de setembro do mesmo ano.
No ano seguinte, ainda sob o reinado de Dom Pedro II, a lei número 2.046 de 12 de novembro de 1883 cria o município de Umary, desmembrando-o de Lavras da Mangabeira.
Apesar do novo município apresentar constante desenvolvimento e crescimento consideráveis, a lei número 1.794 de 9 de outubro de 1920, declarou extinto o município, com o mesmo voltando a ser distrito de Lavras, e assim permanece até ser restaurado, em 1931, voltando a ser município com a denominação de Baixio, tendo, porém, a sede em Umary. Nesse Período, a disputa política pela sede acirrou-se violentamente e o decreto número 650 de 30 de junho de 1933, transferiu a sede para o território do Baixio e Umary passou a figurar como simples distrito do mesmo. Depois, a lei número 2.161 de 12 de setembro de 1953 anexa o Distrito de Umary ao Ipaumirim.
Finalmente, a lei número 3.338 de 15 de setembro de 1956 restaurou definitivamente o município de Umary, tendo sua reinauguração em outubro do mesmo ano.



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